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riscos_e_rabiscos

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E este era mais um excelente dia para ficar em casa!

 

Ah pois é! Para começar muito bem o dia, debato-me uma teimosia com o meu computador... clica para aqui, pensa para ali, clica para aqui, pensa para ali e não passávamos da cepa torta! Pensei cá para os meus botões Ai és assim para mim? Espera lá que já te trato da saúde! Um, dois, três... RESTAURO DO SISTEMA! Toma lá e não refiles! E foi mesmo remédio santo pois normalizou tudo.

 

Depois de imprimir o que não estava a conseguir, despachei-me e saí mais cedo de casa para ir para a escola. Estive à espera de um BUS 20 minutos! Eu só pensava Onde estão os que passam a esta hora? E olhava para o relógio, meia confusa. De repente, fez-se um clique no meu pobre cérebro já desfeito por causa do despique com o computador. Então era dia de greve do Metro e eu nem me lembrava?!? Mas porque me haveria de lembrar se não o utilizo e, exceptuando hoje, nunca me afecta? Hum.

 

Em suma, mesmo não precisando do Metro, fui afectada pela sua greve: 20 minutos de espera por um BUS, a respectiva perda daquele que me leva à escola quase todos os dias e consequente atraso às aulas. Fiquei com meia hora para passar tempo até chegar o seguinte. Decidi ir tomar um café.

 

Peço o café e, enquanto o adoço, chega um homenzito que fica ao meu lado e também pede um café. Subitamente, toca-me no braço todo embaraçado, a pedir-me desculpa: tinha entornado o café e qu-a-se que me deu um banho. O homenzito ficou tão melindrado e a sentir-se mal que eu só lhe disse Deixe lá, acontece a todos... e se me tivesse caído todo em cima não fazia mal... até estou vestida de castanho! E coloquei um sorriso no rosto para minimizar a coisa, enquanto o homenzito me pedia mais de mil desculpas.

 

Cheguei atrasada dez minutos à escola mas cheguei. Podia ter avisado que ia chegar atrasada? Poder, podia mas não o fiz. Um outro dia em que cheguei  cinco minutos atrasada, liguei para todo lado a pedir para avisarem do meu atraso e, no fim de contas, quando lá cheguei ninguém tinha sido avisado. Conclusão: poupei dinheiro no telemóvel e o efeito foi o mesmo!

 

Mas Onde É Que Estão...?!

 

Devo começar por dizer já que hoje “tou aim”. Significa isto que estou doentinha, não sei se constipada se com vontade de ficar constipada. Ehhhh!

 

Apesar do meu estado “aim”, dei a minha explicação matinal, subi e desci até ao 3º andar duas vezes seguidas e fui enfrentar as feras do convento e do zoo*. E consegui combater tudo isto apenas com uns manuais escolares e dois pacotes de lenços de papel!

 

Ia eu no bus meia zombie por causa do meu estado “aim”, quando entra um velhote e se senta num lugar da frente. Mal arranca o bus, o velhote deixa cair qualquer coisa. Andou às apalpadelas no chão durante um bocado mas não percebi se tinha apanhado ou não o que deixara cair.

 

O bus continuou o seu percurso e eu continuei distraída no meu “zombinanço”. Entretanto, numa paragem, o velhote levanta-se e dirige-se à porta da frente. Baixa-se e começa a tentar tirar algo de debaixo da porta.

 

O motorista estranhando aquilo e pensando que qualquer coisa que fosse do velhote tivesse caído e ficado entalado, dizia-lhe “mas o que é que o senhor está a fazer? Não mexa aí…” mas o pior é que o velhote não dizia nem ai, nem ui e lá tentava tirar algo.

 

“Espere lá que eu fecho a porta” disse o motorista. A porta fechou-se e o motorista voltou a perguntar “mas o que é que o senhor está à procura?”. Finalmente o velhote respondeu “é que eu deixei cair os meus dentes…“. “Mas os seus dentes não estão ali…”, disse o motorista.

“Aquela coisa vermelha parecia os meus dentes…”, respondeu o velhote. Com uma paciência de Job o motorista volta a perguntar “mas já encontrou os dentes?”. O velhote pára, sente qualquer coisa e responde “afinal tenho-os na boca…”

 

Risota geral no bus!

 

 

 

 

 

»Isto irá dar um post espectacular… vão ver :P

Ooops!... Sorry!

Hoje fui ao meu colégio do buraco financeiro tentar saber qual iria ser o meu horário no próximo ano lectivo e tomar um cafezinho com uma colega minha amiga que se vai embora de lá.

 

Fui e vim de transportes, como sempre, mas diga-se de passagem que hoje andavam todos atrofiados. Não sei se é de ser 6ª feira ou se é de ainda se respirar uma brisa a férias.

 

À vinda para casa, vinha o bus cheio. Vislumbrei um lugarzinho e, com delicadeza, pedi licença para passar. O que eu não sabia é que a minha companheira de viagem, era uma menina daquelas que tem a peida (desculpem a expressão) pesada.

 

Em vez de V. Exa. levantar o respectivo backside, não, rodou apenas os palitos, quer dizer, as pernas para o lado. Assim que eu dei um passo em frente, o bus arranca! Pois claro que dei uma mini pisadela, de raspão, à Sodona heavy backside. Ela fez uma expressão de incredulidade soltando um “ah” e eu desfiz-me em desculpas a que ela nem respondeu.

 

Lá fui eu encolhida no meu lugar, a congelar com o ar condicionado do bus. E só então reparei que a Sodona heavy backside não se conseguia mexer do lugar devido ao calhamaço – entenda-se livro -que trazia no colo a ler. Cheguei à conclusão que ela não se tinha conseguido levantar devido ao peso do livro. Eu explico: a Sodona heavy backside era tão fininha que um livrito de 300 páginas era mais pesado do que ela!

 

E ainda por cima tinha uma pose de Sodona lady: pernas cruzadas e muito direitinha no banco. Imaculada! Mas o que estragava tudo era a posição. Ou a moça tinha falta de pontaria ou era torta de natureza. É que os palitos, quer dizer pernas, e os pés em vez de se alinharem com o corpo e apontarem para a frente, estavam em diagonal, ocupando metade do “largo” corredor traseiro do bus da carris. É claro que todas as pessoas tropeçaram nela.

 

Agora pergunto eu: será que a moça tinha falta de pontaria ou era torta de natureza? Numa hipótese mais rebuscada, será que ela tinha falta de “contacto” humano?

 

 

Smells Like... Something!

 

 

 

 

 

 

 

 

Não suporto o meu cheiro. Há dias, então, terríveis! E agora estou a atravessar uma fase dessas. Agudíssima! Argh!

 

 

Hei! Não é nada disso que estão a pensar…! Não é o meu odor corporal que não suporto. Até porque sou uma gaija muita perfumadinha e lavadinha. É o meu olfacto apuradíssimo, a minha capacidade “cheiratória”.

 

Ando numa fase de olfactitis terribilis aguda. Não sei se é dos nervos, se é do tempo, se é o meu cheiro a ficar AINDA mais apurado. Mas o que é facto é que ando cheia de náuseas, todos os cheiros me incomodam, e não há cheiro que escape aos outros que não venha ter com o meu nariz.

 

É altamente perturbador ter este faro apuradíssimo. Uma pessoa entra em qualquer lado e sente logo todos os odores que por ali existem, conseguindo identificar cada um deles, enquanto às outras pessoas passam ao lado.

 

Imaginem agora como é nos transportes públicos à hora de ponta… ah, pois é! Aquilo é um festival de odores… Ainda ontem eu estava a contar os segundos para chegar à minha paragem pois ia alguém perto de mim com um cheiro que me estava a provocar umas náuseas terríveis. Cheguei ao ponto de ter alucinações, de ver uma cena de vomituração ali no bus. Até já estava a imaginar a mulherzita que ia sentada à minha frente com uma camisola nova e todo o autocarro com uma nova decoração…

 

Já à hora de almoço gramei com o pivete da velha-da-camioneta (um dia destes dedico-lhe um post) e estava a ver que tinha de sair mais cedo do bus e ir o resto do caminho para o colégio a pé. Que cheiro a não sei quê…!

 

 

Heeelp! O que é que posso fazer para evitar isto? Alguém tem algum truque?! Já pensei em por uma mola no nariz mas é capaz de fazer doer um pouco...